A conta do banco não é azul o mês todo (a poupança está minguada), o shape não é o dos sonhos pro verão, a casa tem hora que falta espaço suficiente, tem dia que compartilhar carro com o marido é um saco... mas o coração anda transbordando de paz e amor. É, ando bem apaixonada pelos pequenos momentos do dia a dia. Aí num texto da (boa aluna!!!) Rogéria Thompson sobre a Blogagem Coletiva Pequenas Felicidades da Botõezinhos vi que tinha tudo a ver... Poucas vezes senti tanta tranquilidade e certeza na vida. Sempre fui ansiosa e ainda sou e percebo que muito dessa ansiedade tinha a ver com coisas que, hoje, já não fazem o menor sentido. Tenho plena consciência de que a "chavinha" virou quando me tornei mãe.
Pode estar acontecendo o que for e juro: um pequeno sorriso da Nina e parece que tudo ganha uma nova dimensão. Só que o melhor é eu ter consciência de que consigo ter consciência disso. Entende? A tranquilidade que tenho no peito é por me permitir ver, sentir e me nutrir desse sorrisinho (ou qualquer outra graciosidade). E isso já me é suficiente pra saber que as coisas vão bem, pra ter amor no coração, pra ter fé na vida (lembrei da Lelê Sordili e seu texto sobre o tempo que cura, postado hoje!...)
E aí, essa tranquilidade encadeia outros momentos bons (tipo Lei de Murphy, só que ao contrário!). A vida a dois tem mais sintonia, a vida a três se basta em alegria, a fé na vida do parágrafo anterior se renova, e assim vamos. Pra fechar esse post cheio de açúcar, escolhi uma animação que vi no grupo Conselhos de Mãe e que me tocou profundamente (grávidas e meninas na tpm, sugiro pegarem caixa de lencinho antes de assistir!).
E você, também tem seus momentos de "pequenas felicidades"?





