Outro dia a Nina chorou numa loja porque queria muito ficar no carrinho que viu. A gente não ia comprar - e nem vai (to querendo fazer é uma limpeza em casa, isso sim!) - mas lembrou que o primo Mattheus, também conhecido como Pitico, tinha um que já não usava mais. Conclusão: pedimos emprestado, o pai foi buscar e ela ficou feliz da vida!
Aí que eu estava aquide bobeira divagando e lembrei que, hoje em dia, não é preciso comprar todos os brinquedos que as crianças veem pela frente (nem daria, né?). Além de continuar esse processo de "um que passa pro outro", dá também para alugar. Eu conheço dois lugares que oferecem esse tipo de serviço, a Joanninha e o Clube do Brinquedo. Confesso que nunca usei, mas sou bastante simpática à ideia. [update: tem também a Casinha de Brinquedo].
Fora o brinquedo, somos adeptos do "um que passa pro outro" também em outros itens. A prima Bibi, por exemplo, é nossa 'fornecedora oficial' de roupas mais velhas. Se você perguntar pra Nina "quem te deu essa blusa?", mesmo que seja nova, ela vai dizer "a Bibi". E eu, claro, também já passei muita coisa da Nina pra frente, pra não parar esse ciclo tão bacana.
E vocês, costumam compartilhar o que não serve mais pros seus filhos? Ou só gostam de coisas novinhas em folha?
Aí que eu estava aqui
Fora o brinquedo, somos adeptos do "um que passa pro outro" também em outros itens. A prima Bibi, por exemplo, é nossa 'fornecedora oficial' de roupas mais velhas. Se você perguntar pra Nina "quem te deu essa blusa?", mesmo que seja nova, ela vai dizer "a Bibi". E eu, claro, também já passei muita coisa da Nina pra frente, pra não parar esse ciclo tão bacana.
E vocês, costumam compartilhar o que não serve mais pros seus filhos? Ou só gostam de coisas novinhas em folha?

