27 de out de 2010

Música para relaxar

Aqui em casa a gente conversa muito com a Nina. Falamos o quanto ela é especial para nós, comentamos coisas do dia a dia e quando precisa damos até 'bronquinha'. Além disso, a gente coloca música para ela ouvir. Acredito que é função dos pais estimularem, sem pressão, diferentes sons - assim como quando ela começar a comer, oferecer diferentes sabores, a brincar, diferentes brinquedos, e assim vai...

A história da música agita todo mundo. E a seleção é ótima: eu comprei os cds do Beatles, Rolling Stones e Pink Floyd em versões para ninar. A tia Paty (aquela, da história do sapatinho vermelho) deu o cd do U2 para babies e a Tita me presenteou com o cd A Arca de Noé. Além de ser bacana introduzir esses sons e melodias como estímulo para a audição, é ótimo também como ajuda para fazê-la pegar no soninho!

26 de out de 2010

No colinho da bisa

Há uma semana minha vó comemorou 91 anos. Ou seja, a bisa da Nina. A vó Íris, de quem eu sempre fui muito apegada, não acreditou que essa era sua idade real, para ela o aniversário (que ela também não lembrava) era para comemorar uns 80, no máximo.

Fiquei pensando muito sobre comemorar mais de 9 décadas de vida. Divaguei sobre meus sonhos e metas. Como será que eu estarei aos 70? 80? Será que chego nos 90? Me veio a certeza de que temos que aproveitar cada momento, porque o tempo passa rápido. A Nina mesmo já completou dois meses...

Voltando a minha vózinha linda, eu não pude ir pra Campinas, mas pensamos muito nela aqui. Eu tenho ótimas lembranças dos meus avós maternos, da minha vó principalmente. Quando eu fazia faculdade em Bauru e voltava de férias pra Campinas, tinha o ritual de ir com ela na feira hippie, que acontecia no Centro de Convivência. Foi ela quem me ensinou a pechinchar na hora de comprar bugigangas, uma figura! Depois a gente sempre dividia um coco: eu tomava a água e ela comia a 'carne'...

Por aqui, a Nina aproveitou pra homenagear a bisa com o body que a madrinha Thaila deu de presente. Uma fofura. Aliás, o encontro delas (que aconteceu em 03/10) foi emocionante!! 





25 de out de 2010

Colinho x cadeira de balanço

A Nina completou dois meses no último dia 23 e está cada vez mais divertida. Ela já perdeu aquele jeitinho de recém-nascida e agora é uma bebêzinha linda! Já dá sorrisos banguelas apaixonantes e interage mais. Pra gente também é mais fácil entender o choro dela - se é de fome, cólica, sono ou manha.

Ela está tão irresistível que fica difícil não querer segurá-la no colo. Ok, eu sei que muita gente vai dizer que é preciso acostumá-la no carrinho e no berço, mas é tãããão gostoso ficar abraçadinha com ela... O único incômodo, digamos assim, é que (ainda bem) ela está cada vez mais pesada. Beirando os 4,5 kg, "ela é quase um pacotinho de arroz", bem definiu meu amigo Arlindo.

Para entrarmos num acordo bom para os dois lados, colocamos a Nina pra brincar numa cadeira que funciona a pilha e balança sozinha. Foi presente do primo Mattheus. Assim, todo mundo fica feliz: ela, que apesar de não ter o aconchego do colo por um tempinho se diverte com o balanço (tem até musica!) e nós, que curtimos a alegria dela!

No mais... 'vem cá que mamãe e papai seguram'!!!

7 de out de 2010

É a cara do pai (mas o nariz é da mãe)

Todo mundo que olha a Nina e conhece o André tem a mesma reação ao vê-la: "Nossa, é a cara do pai!!!". E é mesmo. Engraçado que às vezes a semelhança não é nem física, mas um jeito de olhar, um sorriso, e lá está a feição do André (que fica tooooodo babão quando ouve isso!). Minha sobrinha Thaila, que mora em Piracicaba, disse que a Nina "é o André diminuído" (leia-se com o sotaque do interior e fica ainda mais divertido). Aí, seja por educação ou pra querer agradar, tem gente que jura que o nariz é meu. "Hum, narizinho da mãe, com certeza!". Pode ser.

Para não restarem dúvidas, resolvi 'resgatar' as fotos abaixo, de quando nós, pais, éramos crianças, para quem quiser comparar com a da Nina (vestida em estilo navy) . Independente da sua opinião, uma coisa eu garanto: os pés dela são mini-cópias dos meus (num outro post, prometo que publico a comparação). Ufa, pelo menos isso!



Andrezinho, Carol e Nina: a cara do pai?!

  

6 de out de 2010

Mãe, filha e suas "ites"

O sufixo "ite" vem do latim e demonstra algum tipo de inflamação. Sinosite, bronquite, e por aí vai. Pois a semana que passou marcou o início de duas ites aqui em casa, bem chatinhas. Eu, com tenossinovite no punho, uma inflamação nas membranas que recobrem o tendão e que está me atrapalhando na hora de fazer atividades básicas como pentear o cabelo ou carregar a Nina. Já minha pequena está com dermatite, uma irritação na pele que a deixou toda empipocada. Por conta desses pequenos probleminhas, ficamos ausentes mais de uma semana aqui no blog.

Mas, como em tudo na vida, as coisas tendem a melhorar. O  médico falou que provavelmente a retenção de líquidos, comum durante a gravidez, causou a inflamação no meu punho. Por isso estou fazendo fisioterapia, que ajuda a reduzir a dor e o desconforto. No caso da Nina, estamos passando uma pomada duas vezes ao dia, como recomendou a pediatra. Aliás, como é difícil passar pomada no rosto de bebê, ela não para um minuto! Se tudo der certo, em poucos dias as marquinhas vão sumir.

E olha que eu achava que lidar com mamadas, fraldas e cólicas já era difícil suficiente...

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