21 de jun de 2011

A gente se diverte (muito) com pouco!

É engraçado como bebês se divertem com objetos inusitados. Apesar de vários brinquedos coloridos e barulhentos, vi a Nina se encantar por dois itens bem simplesinhos: uma caixa de papelão e uma garrafa pet de dois litros.

A caixa virou um “carrinho”, quase um vagão. Eu a coloco dentro, e vou puxando pelo tapete, deslizando e fazendo altas manobras. Uma brincadeira que arranca sorrisos banguelas maravilhosos. Já a garrafa pet foi incrementada por inúmeras miçangas e virou um chocalho gigante (para o tamanho da Nina, claro). #meudeus! Ela bate tanto a garrafa no chão (no tapete, na cadeira, no sofá, na cabeça, na perna...) que parece alucinada pelo som e movimento das peças!

Um dos cuidados, claro, é deixar a garrafa beeem fechada, para que ela não consiga abrir. Outro, é ficar sempre perto, supervisionando os movimentos (isso eu já faço mesmo, porque prestes a completar 10 meses, a Nina já fica em pé segurando em móveis, e tenho receio que ela se machuque).


Promoção: compre fraldas e leve uma bebê fofa de brinde!!! hehehe

Eu me lembro que na minha casa de Campinas tinha três cadeiras de ferro. A gente colovaca o encosto delas no chão e, como ele era redondo, brincávamos como se elas fossem um balanço. Rolavam altas manobras na sacada, era muito emocionante (!). Também me lembro de uma brincadeira tãããão boba, mas igualmente divertida: ficava em pé girando, girando, girando... até ficar tonta e cair no chão. Ai, que sensação maravilhosa de ver o mundo, literalmente, rodar! (eu avisei que era bobo! rs).

Essas lembranças de minha infância e as brincadeiras com a Nina me dão uma certeza: quando a gente é criança, precisa de muito pouco para curtir um momento e gargalhar da vida (e isso é tão contagiante que não é à toa que bebês rindo são os vídeos mais bombados da internet). E aí, me pergunto: por que será que para muitas pessoas adultas, ser feliz parece uma 'tarefa' tão difícil?

Abaixo, a Nina e sua garrafa. Faltou luz pra gravar, mas sobrou energia!


3 comentários:

  1. Carol,é por isso que eu digo que depois que nos tornamos mães, o resto tudo é bobagem. Não há amolação, problemas ou mau-humor que não ficam do lado de fora quando chegamos em casa e nos deparamos com uma coisinha linda como a NIna fazendo graça com sua garrafa musical. É isso que vale a pena na vida. Bjs, querida.
    Cláudia

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  2. Carol, lembra que a gente virava essas cadeiras de ponta cabeça e dava para ficar "dentro" delas, como se fosse uma cabana... Nossa passou um filme agora na minha cabeça!

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  3. Isso de gostar de ver o mundo rodar é coisa que muita gente gosta desde pequenininho, hein... rs

    Carol!! quanto tempo, hein! Que bom te ver (infelizmente não literalmente) em tão interessante fase, e tão bem... muito legal esse registro todo... aliás, que linda a Nina! Muuuuuitos sorrisos pra vocês aí, linda! beijo!!

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